Flavio R. Cavalcanti - Centro-Oeste nº 69 ()Ainda não tenho maquete, mas já estou preparando meu quarto para uma. Vou fazer uma cama tipo beliche, onde a plataforma com a maquete ficará embaixo, e a cama em cima. O projeto que vou montar é o conjunto das caixas Frateschi A+B+B+C, que consta do manual de maquetes do fabricante. Eu não sei se é correto, por isso, peço sua avaliação sobre o meu empreendimento (Jefferson Heim). Já planejei montar uma maquete-beliche para o Marcelinho, quando ele tinha 8 a 10 anos, e na época detectei 2 problemas. O primeiro, é que ele se mexia demais, a noite toda, e pareceu muito provável que algumas locomotivas e vagões acabassem despencando no chão. A idéia era fazer a maquete na parte de cima — que, por sinal, balança muito mais do que a parte de baixo. O outro problema que percebi na época, é que a parte de baixo de um beliche recebe grande quantidade de fiapos, devido à movimentação de colchas, lençóis, cobertores etc. Esses fiapos tendem a ser atraídos pelas rodas e engrenagens das locomotivas, exigindo revisões constantes. Daí porque me parecia mais adequado construir a mini-ferrovia na parte de cima. Ultimamente, a Frateschi passou a fabricar locomotivas com a caixa de engrenagens fechada por baixo, o que reduziu bastante a entrada de fiapos e cabelos nessa área sensível da máquina. A solidez do beliche também pode reduzir bastante o balanço da maquete. Se você mesmo vai construir o beliche, terá a oportunidade de reforçá-lo. O balanço pode criar problemas de mau-contato nos trilhos, falhas nos AMVs etc. Um aspecto que deve ser considerado, ao projetar qualquer tipo de maquete, é a permanência das locomotivas e vagões nos trilhos. É muito chato ter que guardá-los nas caixinhas, após cada sessão. Mas, isso é uma questão de temperamento de cada um. Se não for problema para você... |
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Em 1983, vi em Brasília uma solução interessante — um "móvel" de parede cuja porta (basculante) era a maquete.
Ficava acima e ao lado de uma cama de solteiro. A cama tinha 4 colunas de igual altura, sobre as quais a maquete se apoiava ao ser descida.
O chumbamento de tal armário (pesado) à parede é uma coisa séria, devido ao risco de desastre.
Pessoalmente, eu jamais faria dessa forma — quando é tão fácil estender as laterais do "móvel" até o chão, obtendo uma sustentação muito mais firme e segura.
Então, o chumbamento à parede permanecerá apenas como uma segurança extra, contra o risco do móvel desequilibrar e tombar para frente — e não, para sustentar todo o seu peso.
Há anos, também adotei a prática de calçar estantes na parte da frente, fazendo com que "tombem" ligeiramente para trás, para a parede, onde então são chumbadas. Na parte de baixo das estantes, concentro a tralha mais pesada. Com essas 3 medidas, sinto-me mais seguro.
Outra medida de segurança, no "armário maquete" do colega aqui de Brasília, é que a mesa-porta era fechada com cadeado, evitando que os filhos do modelista tentassem baixá-la sozinhos (FRC).
Bibliografia A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016 Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015 Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015 The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015 História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015 Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015 Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014 Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014 A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014 Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014 Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014 |
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